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        <title>SPECULUM - vedanta:ashtavakra</title>
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        <title>SPECULUM</title>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>A IMAGEM DO SER HUMANO COMO UM COCHE</title>
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        <description>A IMAGEM DO SER HUMANO COMO UM COCHE

(A imagem de) O coche fertilizou o pensamento, enriqueceu a linguagem e soltou o pensamento, desde a terra batida até as estradas celestiais. O Yoga — a re-união — começou com o coche, o veículo do guerreiro e do sol. Este coche se tornou, por analogia, a própria encarnação do ser humano em movimento, perpetuamente em busca de sua verdadeira natureza, um buscador incansável, sonhado, sem que saiba, pela imortalidade que mora dentro.</description>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>COMO NOMEAR O SER?</title>
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        <description>COMO NOMEAR O SER?

Como nomear o Ser? E como pode ser pensado?

A primeira pergunta implicaria que o Ser tem uma forma — não existe um nome sem uma forma à qual se possa dar um nome, assim como não existe uma forma concebível que escaparia a uma identidade vocal.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>COMO PENSAR SER ?</title>
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        <description>COMO PENSAR SER ?

A verdade do Ser (sat) é de se repousar nele mesmo, a verdade da Consciência (cit) é de se banhar nela, sem jamais ser “consciente” dela mesma.

Não se trata aí nem de uma opinião, nem de uma crença, nem de uma fé, nem de um pressuposto filosófico, nem também de um oráculo místico. É mais como semente imemorial irrigada pela visão e vivificada pelo diálogo, tal aquele que reuniu o rei Janaka e o jovem sábio Ashtâvakra. Ou talvez é preciso discernir aí um desses « fundamentos »…</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://speculum.hyperlogos.info/doku.php?id=vedanta:ashtavakra:crer-e-cometer-suicidio-espiritual&amp;rev=1777503903&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>CRER É COMETER SUICÍDIO ESPIRITUAL</title>
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        <description>CRER É COMETER SUICÍDIO ESPIRITUAL

O som é um objeto para o ouvido, assim como Deus é um objeto para a mente. Sob essa perspectiva, crer é cometer suicídio espiritual.</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://speculum.hyperlogos.info/doku.php?id=vedanta:ashtavakra:nao-existe-um-caminho-para-o-ser&amp;rev=1777503903&amp;do=diff">
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>NÃO EXISTE UM CAMINHO PARA O SER</title>
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        <description>NÃO EXISTE UM CAMINHO PARA O SER

Não existe um caminho para o Ser. Nem o pensamento nem o corpo podem abrir um caminho. Nós já somos o que obscuramente buscamos ser; portanto, qualquer avanço em direção ao Ser é semelhante a se projetar como um satélite, e qualquer exploração dessas terras diáfanas corre o risco de dar origem a um namoro no qual o indivíduo, sem realmente sentir isso, permite-se seduzir, enganar,</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>MANAS</title>
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        <description>MANAS

O sânscrito não transforma mistérios em dogmas. O pensamento (manas) é concebido como um órgão, e o intelecto como o sexto sentido, o escriba dos outros cinco, o grafista da Palavra. O pensamento formula, mas não “pensa”. Somente a consciência</description>
    </item>
    <item rdf:about="https://speculum.hyperlogos.info/doku.php?id=vedanta:ashtavakra:o-sanscrito-profano-e-sagrado&amp;rev=1777503904&amp;do=diff">
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        <title>O SÂNSCRITO, PROFANO E SAGRADO</title>
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        <description>O SÂNSCRITO, PROFANO E SAGRADO

O sânscrito em si não é mais do que um objeto, uma obra de arte na qual o profano e o sagrado andam de mãos dadas, como em qualquer outro idioma moldado pelo uso e pela história.

Cabe à introspecção filológica, como o ourives das palavras, trazer à tona a forma original e as belezas naturais.</description>
    </item>
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        <dc:creator>Anonymous (anonymous@undisclosed.example.com)</dc:creator>
        <title>PRESENÇA IMUTÁVEL DO SER</title>
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        <description>PRESENÇA IMUTÁVEL DO SER

	&quot; *Um estranho poder me dá um vislumbre da Consciência suprema. (Ashtâvakra, II, 3)*&quot;

Na investigação metódica do “eu” do homem (o “eu”, Aham), não há violência ascética, nem quietismo feliz. Todo dogma é um beco sem saída; toda efusão, uma fantasia. Há apenas a presença imutável do Ser, coberta pelo húmus das paixões, desejos, conceitos e crenças. Mas esse</description>
    </item>
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        <title>ASHTAVAKRA SAMHITA</title>
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        <description>ASHTAVAKRA SAMHITA

VERSÃO FRANCESA

Os dois interlocutores presentes no Ashtâvakra Samhitâ (As Palavras do Oito Vezes Deformado) são o rei Janaka, nome comum entre soberanos ilustres, e o jovem adolescente Ashtâvakra, o Oito Vezes Deformado. Nesse encontro cara a cara, em que o primeiro, longe dos fastos de sua corte, busca junto ao segundo respostas para questões essenciais, surgem temas familiares à tradição indiana: o Conhecimento, a Libertação, a emancipação do Desejo.</description>
    </item>
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        <title>YUKTA</title>
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        <description>YUKTA

Yukta é o ser perfeitamente “re-unido”. Não há palavras, nenhuma palavra, que expresse de forma imediatamente inteligível o que é esse estado não ordinário, e gostamos de reconhecer que essa é uma prerrogativa dos “sábios”.

Diz-se apenas que o ser yukta concilia duas dimensões dentro de si: vê todas as coisas com um olhar igual e manifesta habilidade suprema em suas ações. Essas duas dimensões não se seguem uma à outra nem se somam. Como se poderia imaginar precedência na união de Shiva,…</description>
    </item>
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