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        <title>SPECULUM</title>
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        <title>AKSHARA – OM</title>
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        <description>AKSHARA – OM

APEP:24-26

Outro termo que, no Veda, indica tanto um aspecto da Palavra quanto o absoluto, ou a palavra sagrada como a base imperecível do discurso ou da criação, um termo que mais tarde veio (embora mantendo seu valor gramatical de &#039;sílaba&#039;) a designar o primeiro princípio imperecível, mas mais especialmente, com frequência, como simbolizado pelo mantra monossilábico OM, é o d&#039;akshara. Esse termo merece ser examinado, pelo menos brevemente, tanto porque está ligado, a partir do R…</description>
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        <title>ESPECULAÇÕES SOBRE O OM</title>
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        <description>ESPECULAÇÕES SOBRE O OM

APEP:28-29

As especulações upanishádicas sobre o om às vezes têm ainda outro aspecto: essa sílaba é considerada decomponível e, então, descobrimos três elementos (a + u + m) ou quatro (a + u + m + om, ou o que, com o alongamento, tem três</description>
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        <title>FALA – VAK, AKSHARA</title>
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        <description>FALA – VAK, AKSHARA

APEP:19-20

(...) Assim, em textos que se originaram em ambientes muito diferentes e foram escritos em um período de dois mil anos, os termos que se aplicam à fala — vâk ou akshara, por exemplo — têm valores muito semelhantes. Onde se acredita: no poder e na eficácia, não apenas mágicos, mas também cósmicos e cosmogônicos, de certas fórmulas, os mantras, quando pronunciados corretamente e associados a certos ritos; que alguns desses mantras, e em todo caso um deles : OM, rep…</description>
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        <title>OM</title>
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        <description>OM

APEP:26-28

É de se perguntar por que a sílaba om adquiriu uma exaltação tão extraordinária. Ela parece ter sido usada desde o Yajurveda, onde também encontramos outras sílabas usadas para fins rituais: him, hum, svâhâ, vashat, vet, nenhuma das quais teve o mesmo destino, nenhuma das quais foi divinizada. Pranava, ou seja, aquilo que soa ou ressoa — que é como om passou a ser chamado — originalmente nada mais é do que a interjeição o, pronunciada em uma forma alongada e terminando com a nasa…</description>
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        <title>PRANA</title>
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        <description>PRANA

APEP:31-32

(...) “Todos os deuses residem no homem, como vacas em um estábulo. Aquele que conhece o homem pensa: este é Brahman”, disse o Atharveda (XI 8,32); as forças que animam o cosmos são as mesmas forças que animam o homem. Essa energia cósmica e humana seria mais tarde simbolizada pelo kundalinî, que apareceria ao mesmo tempo como energia vital, sopro e fala. Desde os tempos mais remotos, o termo kundalinî também tem sido usado para designar a sopro respiratório: prâna. É também u…</description>
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        <title>QUADRIPARTIÇÃO DO BRAHMAN</title>
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        <description>QUADRIPARTIÇÃO DO BRAHMAN

APEP:29-30

A quadripartição de Brahman, a Palavra ou o Universo, no entanto, é ainda mais antiga que a Upanishad. Seu mais célebre representante é o hino a Purusha no Rigveda (X. 90), segundo o qual o Gigante primordial se dividiu em quatro:</description>
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        <title>VAK OU VAC – A FALA</title>
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        <description>VAK OU VAC – A FALA

APEP:20-22

Dos termos usados para designar a fala no Veda, o primeiro a se destacar é vâk (ou vâch), porque é encontrado com o mesmo significado de “palavra” em muitos textos posteriores.

Vâk (uma palavra feminina!) aparece em vários versos isolados em vários livros do Rigveda, incluindo aqueles considerados os mais antigos: a noção do papel criativo da Palavra está, portanto, presente desde a mais remota antiguidade. Entretanto, é somente no último Livro X (hinos 71 e 125…</description>
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        <title>ENERGIA DA PALAVRA</title>
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        <description>ENERGIA DA PALAVRA

PADOUX, André. L’énergie de la parole: cosmogonies de la parole tantrique. Fontfroide-le-Haut: Fata Morgana, 1994.

	*  O ser humano não é apenas dotado de palavra — ele é um ser de palavra, jamais escapando a ela mesmo nas camadas mais profundas de sua consciência, tendo às vezes acreditado reencontrá-la em toda parte no universo e sobretudo em sua origem: obra do Verbo, circunscrevendo assim toda a criação na palavra, assim como ele mesmo está encerrado nos limites de sua l…</description>
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