Lições para os astrólogos da segunda metade do século XX a partir do ensino de Plotino
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O ensino de Plotino sobre a astrologia é, por um lado, crítico e, por outro, construtivo, e tem a elegância de não aniquilar a prática em favor da teoria.
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A base da astrologia segundo Plotino é reiterada por Macróbio, que relata: “Plotino, em seu tratado intitulado 'Os astros agem?', declara que nada acontece aos homens em virtude da força ou do poder dos astros, mas os acontecimentos que a necessidade do decreto divino regulou para cada um de nós, a marcha dos sete astros errantes, por suas estações e retrogradações, no-los faz conhecer; do mesmo modo que as aves, quer progridam voando, quer se detenham, nos significam, com as penas e com a voz, coisas futuras que ignoram”.
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Pode-se, portanto, com justiça, dizer que um astro é salutar e que outro é terrível, pois por aquele são significados os acontecimentos felizes e por este, os infelizes.