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SANSÃO
GORDON, Pierre. L'Initiation sexuelle et l'évolution religieuse. Paris: PUF, 1946.
SANSÃO, HERÓI SOLAR
- O personagem de Sansão exerceu uma atração que conduziu a postergar, aglomerando-as a ele, dados anteriores, e sua história, como a do levita de Efraim ou a da filha de Jeftá, ressortia ao domínio iniciático, mostrando os ritos que se cumpriam nos séculos XIII-XII antes de nossa era não mais a leste, além do Jordão, em Mispá, nem ao centro, em Gabaa e em Siló, mas a oeste, perto do velho santuário de Bet-Shemesh e na região costeira.
- O nome do herói — Shimson — é uma palavra teófora que significa Pequeno Sol, ou Solar, referindo-se à grande divindade Shamash, o Sol, que serviu de madrinha ao templo e à cidade de Bet-Shemesh, Casa do Sol
- Perto dessa localidade, em Saraa, residiam os pais de Pequeno Sol — israelitas da tribo de Dã
- A história de Sansão foi examinada em outra obra — O Culto Neolítico e a Bíblia — onde se escrutinou o personagem examinando as diferentes teorias propostas para sua interpretação
- Encontra-se diante de um herói que se pode qualificar de solar — coisa bastante rara, sendo os heróis quase sempre, contrariamente à opinião recebida, de origem lunar — e a explicação não tem nada de naturalista: o herói, qualquer que seja o ciclo cultural que se envisage, é originalmente o iniciado, o homem assimilado à divindade pela santidade dos ritos.
- No ciclo cultural totêmico — povos de caçadores — onde o Ser Supremo havia vindo se confundir com o Sol, a liturgia divinizante fazia naturalmente do ser humano um deus solar
- Ao contrário, nas tribos agrícolas do matriarcado, onde reinava a Mãe Divina sob suas duas grandes manifestações — de Terra Mãe como atividade produtora e de Divindade Lua como atividade estimulante e retificadora — o iniciado, ao se divinizar, se absorvia num personagem celeste de proveniência lunar
- Como a civilização matriarcal teve, no neolítico, um campo de expansão incomparavelmente mais vasto do que a civilização totêmica, e além disso com frequência se amalgamou estreitamente a ela com influência preponderante, os heróis do segundo tipo são muito mais numerosos que os do primeiro
- Não existe, ademais, nenhuma incompatibilidade entre os dois gêneros de personagens — eles se fundem mesmo voluntariamente um no outro; Heraclés, por exemplo, que é de nascimento incontestavelmente matriarcal — foi inicialmente a glória de Hera — e cuja lenda original só se explica pela mitologia lunar, absorveu, em certos contextos, individualidades de fonte solar, às quais deu seu nome e cujos feitos usurpou
- O ponto essencial, nos heróis, não é sua proveniência solar ou lunar — é sua divinização pelos ritos; por aí todos se aproximam até se unificar; metamorfoseiam-se todos numa mesma luz que irradia do sobre-homem
- Para os grupos totêmicos como para os outros, a divinização se obtinha por uma descida ao mundo subterrâneo — catabase, ou morte iniciática — seguida, uma vez que a estada no universo invisível havia regenerado o neófito, de uma ressurreição ou anabase; a catabase se operava frequentemente, numa época longínqua, nas grutas de uma montanha sagrada.
- É aí, no curso de um período de provação, que os jovens ou as virgens se tornavam divindade solar
- Daí os mitos, à primeira vista incompreensíveis, que mostram o sol oculto numa gruta e só saindo dela após um tempo de reclusão
- As lendas dessa natureza se referem sempre às grandes festas iniciáticas do ano novo, no curso das quais se comemorava a criação do mundo e se efetuava a recriação iniciática — os dois rituais se fundavam um no outro, tendo em vista que a recriação procedia do mesmo ato eterno que a criação: a liturgia não fazia senão repetir no tempo um gesto criador único, cumprido uma vez por todas fora do tempo
- Quando as solenidades começavam, chorava-se portanto o desaparecimento do sol — assim como alhures se lamentava o desaparecimento de Osíris, de Átis, de Marduk, de Adônis, de Coré, da filha de Jeftá, etc. — e de repente, chegado o momento, era uma explosão de alegria: o sol reaparecia saindo da gruta.
- O sol saía sob a forma de um homem ou de uma mulher que, na origem, não era senão um dos seres recentemente iniciados portando o nome da divindade solar
- Quando as cerimônias de iniciação cederam lugar aos mistérios litúrgicos, esse ser iniciado tornou-se uma personalidade sagrada — sacerdote, sacerdotisa, rei, rainha, etc. — assim como alhures Marduk, Osíris ou Adônis, e o sol vinha de ressuscitar
- O cenário permanecia, sob a diversidade das aparências, fundamentalmente único
A SAGA DE SANSÃO (I)
- Sansão na caverna da rocha de Etã, a luta contra os filisteus, o episódio de Davi e Golias e o casamento de Sansão são descritos como ritos iniciáticos.
- O texto bíblico descreve um mistério litúrgico que representa a carreira de Sansão.
- O episódio de Sansão na caverna de Etã refere-se a um rito da mesma ordem que o de Amaterasu.
- A caverna era um antigo local de reclusão iniciática, próximo a um local sacrificial onde se imolavam jumentos (Ramath-Léchi) e a uma fonte sagrada (En-Hekkoré).
- Os ritos provavelmente envolviam tirar da gruta o personagem sagrado representando o sol, levá-lo a Léchi, sacrificar um jumento, e então o sol incendiaria os laços, seguido de uma batalha ritual.
- Os redatores finais do texto preservaram os fatos, mas os apresentaram de forma a esconder o conjunto cerimonial que os chocava.
- A cena com as raposas (chacais) é um velho uso agrário para fertilizar os campos com energia sobrenatural do fogo novo.
- Sansão amarrou trezentas raposas cauda a cauda, com tochas acesas entre elas, e as soltou nas colheitas dos filisteus.
- O texto, ao não fornecer indicações sobre o rito, faz parecer que se trata apenas de uma astúcia de guerra imaginada pelo herói.
- A luta de Sansão contra os filisteus é inteiramente iniciática, consistindo em empregar o ritual iniciático como arma de combate.
- A violência física era um apêndice que atestava o valor iniciático.
- Os quatro capítulos do Livro dos Juízes (XIII-XVI) sobre Sansão (Pequeno Sol) são preciosos para entender a guerra naquela época.
- A luta de Davi contra Golias é calcada em uma prova iniciática: o combate contra um gigante cuja cabeça se deve cortar.
- Golias, o filisteu, desafiou o exército de Israel a escolher um homem que descesse para lutar contra ele.
- Se o filisteu vencesse, os israelitas seriam seus servos; se perdesse, os filisteus seriam servos de Israel.
- Golias sintetizava todo o mana de seu povo; ser batido significava que o adversário possuía um mana superior.
- O desafio é primordialmente iniciático; a prova de força é a tradução sensível de um combate místico.
- O vencedor se qualificava como detentor da energia divina pelo fato de triunfar fisicamente.
- A guerra por campeão mostrava que o guerreiro que dominava a natureza e transformava energia transcendente em força física merecia comandar.
- Golias repetiu seu desafio por quarenta dias (número iniciático).
- Os filisteus não eram brutos, mas homens de nobre postura que usavam métodos iniciáticos como regra, ainda que de forma corrompida e materializada.
- A prova física de força ainda se enquadrava em perspectivas psíquicas, e o antigo protocolo iniciático era observado.
- A guerra se reduzia a um duelo, como no Lácio com o combate entre os Curiácios e Horácios.
- O gigantismo de Golias (cerca de três metros de altura) indica uma personalidade iniciática que aumentava sua estatura com cabeças postiças, máscaras ou capacetes.
- As noções de gigantes e ogros derivam dessas cerimônias de iniciação.
- No traje do filisteu, tudo era calculado para aterrorizar o adversário.
- Davi apresentou-se como campeão de Israel, tendo matado leões e ursos que atacavam as ovelhas de seu pai.
- Recusou o capacete e a couraça, usando apenas seu cajado de pastor, sua funda e cinco seixos polidos do riacho.
- A despeito do relato individualizado, a façanha militar é modelada em cerimônias de iniciação, lembrando o rito da cabeça cortada.
- A saga de Sansão é inteiramente construída sobre o mesmo tipo iniciático, o que lhe confere seu caráter bizarro.
- Pequeno Sol é um poderoso iniciador (provavelmente também um gigante) que transforma ritos em instrumentos de combate.
- O assassinato do leãozinho e suas consequências constituem uma iniciação pelo leão, uma das mais antigas ligadas ao totemismo.
- Sansão, descendo com seus pais, matou com as mãos nuas um leão novo que rugia contra ele, sem contar nada a seus pais.
- Tempos depois, viu que um enxame de abelhas se alojara no cadáver e fazia mel; comeu do mel e deu a seus pais, sem dizer onde o encontrara.
- Essa história explica a atitude de Sansão no festim nupcial.
- No festim nupcial, que durava sete dias, Sansão propôs um enigma a trinta jovens filisteus, amigos do noivo (padrinhos).
- A aposta era: se explicassem o enigma nos sete dias, Sansão daria trinta túnicas e trinta vestes; se não explicassem, eles lhe dariam as mesmas peças.
- O enigma era: “Daquele que come saiu o que se come; do forte saiu o doce.”
- Cada parte do relato se refere a um elemento iniciático.
- O festim ostentatório é um potlatch (torneio de prodigalidade).
- O enigma integrava o domínio ritual, para testar se o neófito podia ir além do universo das sensações.
- As abelhas designavam, na antiguidade, as sacerdotisas ou as almas dos iniciados; sair de animais sacrificados significa almas recriadas pela identificação com a energia divina contida na vítima.
- O mel é o alimento da imortalidade secretado no seio do universo radiante.
- A iniciação pelo leão figura como iniciação de partida na carreira de um iniciado, como o primeiro trabalho de Héracles (o leão da Nemeia) e o primeiro grau na hierarquia iniciática de Mitra.
- O enigma permitia avaliar o nível mental dos trinta filisteus.
- Na região de Bete-Semes, onde se praticava a iniciação leonina, um homem distinto não poderia ignorar o significado do forte (força como primeira qualificação iniciática) e do doce.
- Como os trinta convidados não puderam responder, Sansão os considerou seres grosseiros, estranhos às disciplinas que elevavam o homem acima de si mesmo.
- Eles descobriram a solução depois de perguntar à esposa de Sansão.
- Furioso por terem “lavrado com sua novilha”, Sansão, embora tendo perdido a aposta, matou trinta filisteus de Ascalom, tomou suas vestes e as deu aos padrinhos.
- A cena do banquete nupcial marcou o contato entre filisteus e Sansão.
- Sansão não descera como adversário, mas pretendia desempenhar seu papel habitual de iniciador.
- A rivalidade inicial não era hostilidade, mas a partir da derrota no enigma, a hostilidade começou.
- Sansão inaugurou a luta de Iahweh contra eles, que levaria ao estabelecimento da realeza em Israel.
- Uma segunda causa de atrito foi o sogro de Sansão ter dado sua esposa a um dos padrinhos.
- O sogro ofereceu a irmã mais nova, mais bonita, como substituta.
- A conduta revela princípios de união por grupo e de sororato.
- O casamento de Sansão era daquelas uniões sem coabitação, onde a esposa residia em sua família (casamento matriarcal), remetendo a um estado de coisas muito arcaico.
- Sansão não aceitou a combinação, o que o levou a novos atos de hostilidade (episódios das raposas e da caverna).
- Os filisteus, desesperando de derrubá-lo pela força, recorreram à astúcia de descobrir o objeto em que residia sua força.
A SAGA DE SANSÃO (II)
- Sansão aparece tanto como iniciador dos filisteus quanto como seu adversário.
- A saga, edificada sobre o número três, constitui uma espécie de disputa iniciática em três partes: na primeira (cap. XIV), revela o ritual fundamental das iniciações (morte do leãozinho, festim nupcial, enigma); na segunda (cap. XV), revela os ritos da reclusão iniciática e do fogo novo (raposas, queixada de jumento, caverna); na terceira (cap. XVI), transmite o segredo da iniciação superior que o consagra como nazireu.
- Os filisteus, conforme os métodos iniciáticos, voltam o segredo contra ele e o acorrentam; o acorrentamento do iniciador era um rito corrente na antiguidade, especialmente em iniciações de tipo psíquico (Proteu, Nereu).
- Sansão foi o instrutor tanto quanto o inimigo dos filisteus, tendo tornado possível Golias.
- O texto atual dos Juízes, embora o veja apenas como matador de filisteus, mostra pela própria narrativa que ele foi um iniciador, não comportando os fatos outra interpretação.
- Os últimos redatores, quaisquer que fossem suas concepções, jamais alteraram os fatos, respeitando escrupulosamente a tradição, mesmo à custa do incompreensível ou do grotesco.
- Os filisteus recebiam Sansão como personagem sagrado, e a presença de mulheres em sua saga se deve às suas funções, não ao vício.
- No início da instalação dos filisteus no sudoeste de Canaã (início do século XII a.C.), o santuário de Bete-Semes ainda irradiava sobre a região.
- As iniciações não foram interrompidas, mesmo nas localidades onde os filisteus se estabeleciam, sendo dirigidas por personagens qualificados residentes nas vizinhanças do templo.
- Sansão, homem sagrado, danita votado a Deus desde antes do nascimento, desceu ao baixo país como iniciador e visou iniciar os filisteus, tornando-se seu apóstolo.
- Por ter sido seu apóstolo, os filisteus o combateram ao mesmo tempo que o veneravam, e ele se tornou seu adversário, inaugurando por meios próprios uma luta secular.
- As mulheres intervêm amplamente na história de Sansão porque ele se encontrava frequentemente em relações com elas por força de suas funções, exercendo o ofício de personagem sacrossanto e provavelmente também o de desflorador ritual.
- A expressão “torcer a mó” (castigo infligido pelos filisteus) e a cegueira de Sansão têm sentido iniciático.
- Uma interpretação rabínica dos séculos IV e V indica que Sansão foi obrigado a procriar descendentes com as mulheres filisteias, continuando seu papel de personagem sagrado e desflorador.
- As prostitutas que Sansão frequentava eram, com toda verossimilhança, prostitutas sagradas, habitando provavelmente em um recinto sagrado; Dalila, a quem cada chefe filisteu ofereceu 1100 siclos de prata, tem figura de grande hieródula.
- A cegueira infligida a Sansão é uma cegueira iniciática, como a de Orion e do Licurgo trácio, na qual os olhos eram velados por uma máscara litúrgica (provavelmente com um só olho, identificado com o Terceiro Olho frontal dos deuses hindus).
- A atividade iniciática do herói, longe de diminuir com o cativeiro, aumentou.
- Os filisteus guardaram seu apóstolo inteiramente para si, beneficiando-se integralmente de seu mana.
- Os que nutriam nobres ambições puderam enfrentá-lo nas provas noturnas, e as virgens lucraram com a energia sobrenatural da qual ele era o condensador.
- Sansão executava danças sagradas, uma modalidade de oração que atraía sobre a nação a energia divina.
- Sansão foi, acima de tudo, um grande iniciado, nazireu de Deus desde o ventre de sua mãe até o dia de sua morte (cap. XIII).
- A aparição de Iahweh por intermédio de uma forma humana anunciou aos pais de Sansão que ele seria nazireu; interrogado sobre seu nome, o mensageiro respondeu: “Meu nome é Maravilhoso”.
- No sacrifício do cabrito sobre a rocha, a Aparição de Iahweh subiu na chama do altar, e Manoá compreendeu que era a Aparição de Iahweh.
- Sansão foi um mestre do fogo (característica dos mais eminentes iniciadores), e os videntes da Grande Montanha se interessaram antecipadamente por ele, como por Abraão, Jacó e Moisés.
- Sua missão precisa (XIII, 5) foi formar o primeiro baluarte de Israel contra o invasor filisteu, empregando sua potência de personagem consagrado a Deus para que os hebreus pudessem desempenhar seu papel histórico.
- O nazireato (nazir) se relaciona às iniciações antigas, sendo o equivalente da hierodulia em muitos aspectos.
- O nazir plenário (etnológico) se define como um homem que se consagra a Deus prolongando por toda a vida o período de preparação iniciática.
- As restrições alimentares do nazireu continuam as muito mais duras que eram infligidas aos jovens neófitos.
- Os cabelos, cortados em muitos povos durante as iniciações, quando deixados intactos sobre a cabeça do nazireu, tornavam-no um ser sacrossanto, sendo a cabeleira a marca de sua consagração a Deus.
- O nazireato, como a hierodulia, nasceu do fato de a idade nupcial ter recuado pouco a pouco.
- Distinguem-se duas classes de iniciados: os ordinários, que cortavam os cabelos e os ofereciam à divindade; os superiores (nazireus), que os conservavam intactos, tornando-se seres sacrossantos (sacerdotes, reis, druidas, feiticeiros).
- A extensão do nazireato à época do nascimento, por voto dos pais, deu o nazireu plenário, que contou entre os personagens mais sagrados.
- A cabeleira do nazireu, impregnada de energia divina, possuía efeitos maravilhosos, desaparecendo quando a navalha passava sobre a cabeça e reaparecendo à medida que os cabelos cresciam.
- O nazireato dos Juízes é a sobrevivência de uma situação longínqua que as reformas de Moisés não haviam conseguido abolir.
- A principal diferença entre o nazireato plenário e o nazireato mosaico é que este, embora comporte a obrigação de não rapar a cabeça, não atribui nenhuma virtude especial à posse de uma cabeleira intacta.
- Moisés se propôs transformar Israel em soldado de Iahweh, visando não a iniciação individual dos hebreus, mas sua iniciação coletiva como povo.
- Moisés concentrou a atividade religiosa, socializou os ritos e os unificou sacerdotalmente, substituindo instituições ancestrais que se haviam desnaturado.
- Foram necessários vários séculos e duras provas para que os hebreus adotassem os princípios de Moisés.
- A resistência do passado proporciona dados preciosos (como o Livro dos Juízes) para descobrir a origem de instituições que Moisés recalcou ou amesquinhou.
- As concepções pré-mosaicas deixavam aos israelitas muito mais facilidades para se adaptarem a outros povos e assimilá-los.
- Um nazireu de Iahweh evolui em torno da Casa do Sol, carrega o nome de Pequeno Sol e representa o papel do Sol na liturgia.
- As lendas de santos que, após a morte, carregam a própria cabeça na mão prolongam os antigos iniciadores de máscara ou cabeça postiça.
- A história bíblica de Sansão expõe o encontro entre uma individualidade iniciática fortemente marcada e um conjunto ritual extremamente complexo transformado em arsenal de combate.
- Os relatos bíblicos, diferentemente das mitologias, comportam quase sempre um elemento individualizante que os faz passar do domínio da sociologia ou etnologia religiosa para o da história.
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