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PROSTITUIÇÃO PRÉ-NUPCIAL

Pierre Gordon. La nuit des noces. Vieilles coutumes nuptiales. Leur signification — Leur origine. Paris: Dervy, 1950

AS DIFERENTES MODALIDADES E A EXTENSÃO DA PROSTITUIÇÃO PRÉ-NUPCIAL

  • O caráter sagrado atribuído à defloração da mulher constitui o fator primordial das práticas aberrantes registradas na história e na etnografia.
    • Constituição da ruptura do hímen e da efusão sanguínea acompanhante como um verdadeiro sacramento.
    • Reconhecimento da defloração como o sacramento essencial no período neolítico para a revelação do mundo do mana e a divinização humana.
    • Distinção original entre o domínio do sagrado e ritos puramente mágicos, agrários ou de imoralidade profana.
  • A presença do sagrado manifestava-se desde o início na defloração e nas uniões hierogâmicas posteriores que renovavam o sacramento inicial.
    • Culminação das cerimônias iniciáticas que simbolizavam a morte para a existência anterior e o renascimento em uma nova personalidade.
    • Modelagem do indivíduo a partir da figura de um ancestral sobre-humano ou sobre-humana.
    • Necessidade de considerar os ritos sexuais em conexão com a liturgia transformante para apreender seu alcance místico e filosófico.
    • Interpretação de uniões tidas como licenciosas em festas ou com personagens sagrados como instrumentos de restauração da Graça.
    • Analogia com o processo de renovação da iniciação fundamental na primeira comunhão cristã católica durante a Páscoa.
  • O elevado valor religioso da defloração revela-se nas modalidades anômalas praticadas sob a influência de sociedades matriarcais.
    • Interdição do direito de casamento entre o deflorador e a jovem sacralizada para evitar a confusão entre o sagrado e o profano.
  • A síntese sistemática dos fatos estudados introduz termos novos no vocabulário etnológico para fixar as nuances das práticas observadas.
  • O muliérismo define-se pelo recurso a mulheres mais velhas ou à própria mãe para a realização da defloração da virgem.
    • Exercício das funções sacerdotais e de iniciação pela mãe como chefe da família em tribos específicas.
    • Probabilidade de que a defloração por uma mulher tenha sido um rito amplamente difundido nas proximidades do neolítico.
    • Identificação das encarnações terrestres da Mãe Divina sob nomes como Mâ, Mama, Maïa, Baba, Nanna, Anna, Ninni.
    • Iniciação de rapazes através da união sexual na caverna sagrada e de moças pela ruptura do hímen.
  • A afirmação do princípio masculino e dos deuses da Grande Montanha nas sociedades matriarcais restringiu progressivamente o domínio do muliérismo.
    • Conexão das práticas lésbicas representadas em esculturas de templos hindus com as antigas iniciações femininas.
    • Relacionamento da sodomia com os ritos de iniciação dos rapazes.
    • Degradação dos usos neolíticos que resultou na institucionalização religiosa de vícios contra a natureza.
    • Menção ao estudo L'Initiation sexuelle et l'Evolution religieuse para o aprofundamento do tema.
  • O centaurismo caracteriza-se pelo uso de personagens sagrados vestidos com peles de animais divinizantes para deflorar as virgens.
    • Possibilidade de escolha de figuras como homens-lobos, homens-carneiros, homens-bodes ou satyres, homens-águias, homens-serpentes e homens-leões.
    • Inclusão do Minotauro na categoria de homens-touros aptos para o rito.
    • Notoriedade universal dos centauros pela intervenção em cerimônias nupciais e pelo direito tradicional sobre as jovens.
    • Capacidade dessas personalidades humano-animais de sacralizarem as noivas durante o matrimônio.
  • Os grupos matriarcais podem ter empregado inicialmente procedimentos artificiais de defloração que imitavam os métodos das representantes da Mãe Divina.
    • Percepção desses atos como mais divinos do que a própria immissio penis.
    • Sobrevivência de tais procedimentos em registros etnográficos contemporâneos.
  • A defloração por vias normais era cumprida como parte de ritos iniciáticos por detentores de mana sobrenatural que divinizavam a neófita.
    • Enquadramento de membros de sociedades secretas e confrarias de máscaras no conceito de centaurismo.
    • Evidência de tipos humano-animais em sinetes da Caldeia suméria, da Susiana ou de Mohenjo-daro que remontam ao neolítico.
  • A materialização do centaurismo levou à crença no valor divinizante do acasalamento com animais tidos como sagrados.
    • Discussão sobre hierogâmias bestiais na obra L'Initiation sexuelle et l'Evolution religieuse.
    • Obrigação de comércio sexual de jovens iniciados com animais vivos ou com o primeiro animal caçado em tribos totemistas.
    • Continuidade da união sexual feminina com animais vivos em diversas culturas.
    • Notoriedade do sacrifício védico do cavalo ou açvamedha para a união da mulher com o animal morto.
    • Origem da prática na sucessão de um acasalamento com personagem sagrado revestido de despojo ritual de equídeo.
  • A hierodulia moderna exige que a jovem permaneça em um santuário ou com figura sagrada para ser santificada antes do casamento.
    • Degradação da antiga reclusão iniciática nessas formas de retiro sexual.
    • Vínculo estreito entre a prostituição sagrada profissional, a prostituição temporária pré-nupcial e o primanoxismo.
    • Definição do primanoxismo como prostituição breve de uma ou três noites.
  • O adiamento da idade nupcial converteu a reclusão iniciática em prostituição sagrada de longa duração para elites de linhagem nobre.
    • Presença de exemplos atuais na África e na Índia que conduzem à hierodulia plena.
    • Identificação das mulheres Kosi como esposas do deus entre povos de dialeto Ewe e Tshi.
    • Relato de Ellis sobre instituições em cada cidade para o recebimento de moças entre dez e doze anos.
    • Permanência trienal para aprendizado de ritos e prática de prostituição com sacerdotes e iniciados masculinos.
    • “No final de seu noviciado, elas se tornam prostitutas públicas”.
    • Aceitação social da condição como isenta de vergonha por serem consideradas casadas com a divindade.
    • Atribuição da direção e dos excessos do comportamento ao próprio deus.
    • Teoria da limitação do libertinagem aos adoradores masculinos no templo contra a prática indiscriminada.
    • Pertencimento de todas as crianças nascidas dessas uniões ao domínio divino.
    • Caracterização da prostituição sagrada como prolongamento das antigas iniciações da adolescência para uma elite.
  • A prostituição profana deriva da sacralização do homem pela prostituta sagrada e distingue-se da hierodulia propriamente dita.
    • Registro de Ellis sobre a liberdade das prêtresses Tshi da Costa do Ouro em satisfazer paixões com qualquer homem.
    • Obediência obrigatória do homem escolhido por temor à cólera da divindade servida pela sacerdotisa.
    • Apresentação do homem em grandes ocasiões seguido pelos servos da sacerdotisa após o período de convivência.
    • “Sua vida é uma sucessão ininterrupta de devassidão e sensualidade”.
    • Ocorrência de excessos selvagens durante a excitação provocada pela dança.
  • A oferta da virgindade masculina em santuários a mulheres santas era uma regra de santificação anterior ao casamento em certas regiões.
    • Prática estabelecida no antigo santuário de Tombelaine, o atual Mont-Saint-Michel.
    • Fama das ilhas de mulheres para a santificação de homens, exemplificada pelas aventuras de Ulisses com Circe e Calipso.
  • A iniciação-prostituição pré-natal manifesta-se no voto materno de consagração da futura filha ao serviço da Pagoda na Índia.
    • Menção de Dubois, citado por Ed. Westermarck, sobre a consagração da criança antes mesmo do nascimento.
    • Paralelo entre a hierodulia feminina indiana e o nazirato plenário masculino exemplificado por Sansão.
    • Explicação das relações sexuais de Sansão como decorrentes de suas funções rituais.
  • O deslocamento do momento iniciático da maturidade para a infância e o nascimento constitui um fenômeno generalizado em diversas culturas.
    • Evolução do batismo cristão desde a aplicação em adultos até a administração lógica em fetos.
  • A prostituição de duração reduzida realizada imediatamente antes do matrimônio deu origem ao primanoxismo e seus derivados.
    • Interdição do consumo do casamento pelos noivos durante as primeiras noites.
  • A prostituição posterior ao casamento surgiu como uma forma de renovar ou substituir o sacramento sexual não realizado.
    • Obrigação de toda mulher em Babilônia se prostituir uma vez no templo de Mylitta, segundo Heródoto.
    • Necessidade de estabelecer contato com o universo divino através da prostituição sanctificante antes da morte.
    • Manutenção da união sexual como substância da liturgia religiosa apesar da ruptura com o princípio da defloração-sacramento.
  • Sir James Frazer interpreta o comportamento das mulheres nos templos como uma imitação da deusa da fecundidade para assegurar a fertilidade universal.
    • “No curso de suas relações luxuriosas nos temples, as mulheres… imitèrem a conduta licenciosa da grande deusa da fecundidade”.
    • Objetivo de garantir a produtividade de campos, árvores, homens e animais.
    • Rejeição da tese de Frazer sobre um suposto comunismo das mulheres que nunca existiu.
  • A transição do comunismo teórico para o casamento individual tornou a antiga obrigação ritual repugnante ao senso moral.
    • Mencão de Frazer sobre expedientes para evitar a prática, como o sacrifício de cabelos ou o uso de símbolos obscenos.
    • Necessidade de selecionar um grupo de mulheres submetidas à antiga obrigação para garantir o bem-estar geral.
    • Investidura de caráter sagrado nas prostitutas de templo, cujos ofícios eram vistos como exercícios de virtude incomum pelos leigos.
  • O sacrifício da cabeleira em Biblos durante as festas de Adônis constituía um gesto iniciático que substituía o ato da prostituição.
  • A teoria abstrata de Frazer revela-se incapaz de explicar por que a prostituição sagrada foi um privilégio reservado a moças de alta linhagem.
  • A essência do initiatismo exige a qualidade de iniciado do deflorador para que este acesse o mana transcendente constitutivo da matéria.
    • Classificação do centaurismo, do muliérismo e da hierodulia como modalidades do initiatismo.
  • O sacerdotismo define os sacerdotes, muitas vezes chamados de deuses, como os defloradores por excelência da comunidade.
    • Identificação dos personagens sagrados neolíticos como homens-animais que viviam fora das aldeias matriarcais.
    • Conservação do aspecto animal original dos deuses no Antigo Egito até a era cristã.
    • Origem local dos deuses antropomorfos como posterior à das figuras humano-animais.
  • Sucessores distantes como feiticeiros, chamanes e homens-medicina mantêm privilégios de defloração pelo resquício de caráter sagrado.
    • Celebração abastardada de ritos iniciáticos através da manutenção de disciplinas místicas ou ascéticas do passado.
  • O clero cristão assumiu em diversas regiões a direção dos ritos sexuais como uma herança dos antigos personagens sagrados pagãos.
    • Aspecto da evolução histórica frequentemente ignorado nas análises sobre o primanoxismo na Europa.
  • Shakespeare registra em Henrique VI as injúrias de Glocester ao bispo de Winchester, futuro cardeal, sobre a jurisdição de lupanares.
    • “Toi qui donnes aux catins des indulgences pour pécher… Tenancier de bordels, ce n'est pas de l'éminence qu'il te faut, c'est la potence”.
    • Direito tradicional do bispo de Winchester sobre as estufas e casas de tolerância de Londres documentado desde 1162.
    • Continuidade da situação sob o rei Henrique VII sem que a origem pagã fosse discernida.
  • O vínculo de altos dignitários cristãos com lupanares decorre da instalação do novo sacerdócio sobre os locais sagrados do paganismo.
    • Associação sagrada da água e do fogo nas salas de sudação como antigos focos de culto.
    • Identificação de salas de sudação como santuários ou lugares divinos entre os indígenas da América.
  • O sénismo atribui a função de deflorador aos anciãos como os grandes iniciados em grupos próximos ao primitivismo etnográfico.
    • Manutenção de vestígios da grandeza iniciática pelos velhos na ausência de uma classe sacerdotal formal.
  • O principismo concentra o mana sobrenatural em reis, príncipes e chefes após a decadência da liturgia iniciática coletiva.
    • Transformação do dever estrito de defloração em um papel necessário para a bênção matrimonial e a prosperidade do Estado.
  • O nasamonismo manifesta-se onde o mana permanece difuso, permitindo relações santificantes da noiva com diversos iniciados presentes.
    • Divisão em modalidade endogâmica no Peru com a participação de parentes e amigos da moça.
    • Modalidade exogâmica entre indígenas de Manta envolvendo parentes e amigos do esposo.
    • Dispensa de personagens externos em grupos onde o chefe divino, como o Inca, bastava para a divinização.
  • A exogamia surgiu da necessidade de buscar o dispensador do sacramento fora de comunidades desprovidas de personalidades transcendentes.
  • A fundamentação do recurso a múltiplas pessoas para administrar o sacramento sexual esclarece-se pelo estudo do arkismo.
  • O arkismo restringe as relações santificantes da noiva aos companheiros de idade e co-iniciados do marido.
    • Função do primeiro padrinho como dispensador do sacramento por suas qualificações iniciáticas.
  • A intervenção de todos os co-iniciados fundamenta-se no compartilhamento de uma mesma essência divina derivada de um objeto sagrado comum.
    • Santificação operada por um único ser coletivo que infunde energia sobrenatural na mulher.
    • Exigência de reunião total do grupo para que a santificação seja integral e completa.
  • A mentalidade ontológica neolítica percebia o phallos como instrumento da Graça divina, alheia ao sensualismo moderno.
    • Interpretação de práticas sexuais como frutos de visões religiosas e filosóficas elevadas em vez de comunismo grosseiro.
    • Diferença entre o empirismo de excitação sensorial atual e a experiência ontológica antiga da sexualidade.
  • O cristianismo manteve o casamento como sacramento, mas excluiu a execução do ato carnal da liturgia pública.
  • O nasamonismo compartilha a mesma explicação do arkismo baseada na substância iniciática unitária de parentes e amigos.
  • A lei de concreção materializou gestos simbólicos originais em monstruosidades próprias das idades do bronze e do ferro.
  • O pérégrinisme envolve o recurso a estrangeiros como personagens sagrados para a administração do sacramento sexual fora da comunidade.
  • Relatos históricos de Sócrates e Sozomeno descrevem a oferta de virgens a visitantes em Heliópolis antes do matrimônio.
    • Promulgação de lei por Constantino para encerrar o uso desse costume.
  • Práticas de entrega a estrangeiros em Biblos, Chipre e Babilônia reforçam a sacralização por agentes externos.
    • Mencão de Justino sobre a ida de virgens à beira-mar para a prostituição com homens vindos de barco.
  • O ritual babilônico no templo de Mylitta exigia que a mulher seguisse o estrangeiro que lhe atirasse uma moeda de prata.
    • Identificação de Mylitta ou Mu'allidtu como divindade parteira conforme registros de Heródoto e Estrabão.
    • Pronúncia da fórmula “Invoco sobre ti a deusa Mylitta” durante o ato.
  • A invocação do nome divino promovia a identificação ontológica da mulher com a deusa e sua incorporação na essência imortal.
    • Interpretação da moeda como uma oferenda sacrifical feita à própria divindade.
    • Justificativa do dever religioso babilônico como único meio de s'incorporer à essência divina.
    • Reflexo de grandes concepções do matriarcato quatro milênios após o neolítico.
  • O cadeberisme designa a defloração por perfuradores profissionais que sucederam antigas associações sagradas.
    • Continuidade da necessidade de especialistas apesar da atenuação do caráter de santidade original.
  • O talisme refere-se à defloração de meninas impuberes motivada pelo deslocamento dos ritos iniciáticos para o nascimento.
    • Conexão na Índia com a prática do casamento legal de crianças impuberes.
    • Manifestação do alcance místico excepcional da defloração e do valor da virgindade.
  • O hospitalismo consiste na prostituição de parentes femininas a hóspedes como uma forma de pérégrinisme ou sacerdotismo.
  • O échangisme entre amigos restabelece o vínculo místico iniciático observado originalmente no arkismo.
  • A prostituição ritual de casadas renovava a provisão de mana durante festas periódicas que encerravam cerimônias iniciáticas.
    • Prática de adultério ou incesto para obter infusão do sagrado e escapar da vida sexual profana.
    • Identificação dos sabás como antigas festas sexuais pagãs baseadas em noções religiosas profundas.
  • Mulheres na Índia abandonam temporariamente esposos para prostituição em santuários, conforme relato de Buchanan.
    • Inscrição lídia do século II sobre Aurelia Æmilia glorificando-se de prostituição em templo por ordem de oráculo.
    • Mencão a Ramsay, Farnell e Ed. Westermarck sobre a continuidade de tradições ancestrais.
  • A estada do prêtre junto à rainha durante a ausência do rei serve como exemplo de santificação ocasional.
  • A tradição folclórica sobre a felicidade de maridos traídos possui origem religiosa na sacralização da esposa por outro homem.
    • Atração da bênção divina para o lar através da união extraconjugal sagrada.
  • O uso de chifres por maridos enganados vincula-se às antigas confrarias de homens-animais que portavam máscaras cornudas.
  • Os tributos anuais de virgens representam um afunilamento de prostituições gerais em favor de personagens divino-sacerdotais.
    • Materialização da morte iniciática em sacrifício sanguíneo orgânico durante períodos de degeneração.
  • O tributo ateniense a Minos envolvia a permanência de jovens no Labirinto Cretense em forma de serpente.
    • Sentido iniciático da subordinação religiosa que permitia a transformação na substância divina.
    • Libertação promovida por Thésée através da instituição de iniciações locais substitutivas.
  • Tributos pagos a animais como serpentes, lobos e dragões compartilham a mesma origem na santificação centaurica.

RESUMO: SENS DU PRIMANOXISME

  • O primanoxismo integra um conjunto de práticas coerentes centradas nos lointaines ritos de iniciação neolíticos.
    • Necessidade de recorrer às cerimônias iniciáticas para encontrar a chave de mitos e usos aparentemente sem significado.
  • O desejo de tornar a mulher um ser divino superior à animalidade motivou originalmente o surgimento desses usos.
    • Distinção entre a lógica do sobre-humano e as entidades etnológicas de categorias afetivas ou tendências primitivas.
    • Deslizamento do matriarcato para aberrações devido ao rompimento da unidade indissolúvel do casal humano.
  • O primanoxismo estabeleceu-se como uma função de utilidade pública e um dever imposto aos depositários do sagrado.
    • Função de conectar o grupo social ao universo transcendente e à ordem cósmica.
    • Obrigação do sacerdote ou chefe em dispensar energia sobrenatural através da defloração divinizante.
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